Startups da construção civil inovam mercado nacional
Até 2024, o Brasil contava com 1.209 construtechs e proptechs ativas com atuação no mercado imobiliário e de construção, segundo dados do levantamento da Terracotta. Esse número, inclusive, representa um aumento percentual de 13,5% em relação ao estudo conduzido no ano anterior.
Do total de empresas analisadas, elas estão divididas nos seguintes nichos:
- propriedade em uso (37,2%);
- aquisição (34,6%);Foto Startups
- construção (21,8%);
- projeto e viabilidade (6,4%).
Por propriedade em uso, categoria que lidera a lista, entende-se os negócios que atuam no ciclo de utilização dos imóveis. Até 2024, 450 empresas atuavam no segmento. E uma das soluções oferecidas por elas é a de ampliar a sustentabilidade e a eficiência operacional, seja na gestão de condomínios ou facilities, seja na gestão energética.
A otimização da jornada de compra, venda e locação de imóveis integra o rol de soluções dedicadas ao segmento de aquisição. Nele, atuavam 418 construtechs e proptechs até 2024.
A parte de construção compreende 264 empresas, de acordo com o estudo da Terracotta, e contempla negócios que atuam no ambiente da obra. Destaque para startups que desenvolvem ferramentas para gestão e monitoramento, até as que atuam na construção Offsite modular ou pré-fabricada.
Na categoria de projeto e viabilidade estão as empresas (77 delas) que oferecem soluções a serem usadas na fase pré-obra. Aqui entram não apenas as tecnologias usadas para produzir e gerir projetos, como a qualificação de terrenos e a contratação de profissionais.
Fonte: Cubo/Liveprint